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Rápido como um bico!


Uma garota chamada Arlene não consegue encontrar uma taverna onde possa trabalhar. Embora ela afirma ser uma cozinheira muito experiente e habilidosa, ela já trabalhou na cozinha mais incomum e mística em todo o campo e além — a cozinha de Argonte.
 
Tudo nela era incomum: vegetais muito grandes, facas muito afiadas que pareciam cortar o próprio universo. E Fornos com calor que permite assar pão em segundos.
E havia um mensageiro incomum nesta cozinha. Ele era muito parecido com um galo familiar para nós, mas com uma cauda incomum. Chamava-se Bico.
 
O mensageiro entregava farinha de outra cidade, peixes vivos que ainda espirravam no saco e, às vezes, Sacos de poeira estelar. Se a receita exigia ovos frescos ao amanhecer, o galo aparecia exatamente um minuto antes do primeiro raio. Ele só se atrasou uma vez-quando foi interceptado por um gato do vizinho. Arlene então, eles tiveram que substituir os ovos de galinha por cotovelos. O prato foi chamado de "manhã sem correio" e se tornou um sucesso.
 
De acordo com Arlene, o bico morreu de velhice, deixando cair o último pedido — uma trufa, que custou mais do que a capital da Ericúria. Dizem que a trufa foi enterrada com ele. No túmulo ainda crescem cogumelos com pequenos bicos.
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